Qual a ideia sobre o Bitcoin

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Qual a ideia sobre o Bitcoin

As criptomoedas deixaram de ser assim um nome esquisitos e você já percebe que já é uma coisa mais comum pelo menos para os debates sobre o que são as criptomoedas, sem dúvida que o nome hoje é muito mais conhecido mas podemos dizer que o entendimento sobre a tecnologia sobre essa grande invenção ainda é um pouco superficial.

Já existe diversos estudos sobre esse mercado, no início 2013 as notícias que tiverem na imprensa eram muito mais escassas e muito mais sensacionalistas e com uma pegada bem mais negativa, com a associação sempre ao crime online atividades ilícitas hoje sem dúvida que há pelo menos um reconhecimento que é uma tecnologia que ela tem utilidade tem diferenciais que precisa ser olhada com mais atenção.

As criptomoedas trouxeram algo para o mundo digital que é uma das grandes inovações, ou quebras de paradigmas que a questão da escassez digital. Pela primeira vez nós temos um ativo realmente digital escasso isso nunca tinha acontecido antes na era da computação. E quando uma tecnologia tão diferenciada que ao contrário da internet que também era descorruptiva com o bitcoin você pode ter que digamos uma exposição a essa tecnologia, comprando ativo comprado esta criptomoeda.

E com a Internet isso não acontecia, mas como é algo muito novo e a volatilidade de preço é muito relevante isso acaba trazendo também mais receio as pessoas ficam um pouco mais assustados, pois isso é um investimento e tem muito risco.

De fato que hoje tem que olhar simplesmente sob a ótica de investimento tem que saber que é um ativo como outra qualquer, porém com um perfil de risco ainda muito maior, então tem que saber que não é um capital para quem pensa que é um investimento que vai colocar o capital de curto prazo ou a poupança, o bitcoin não é um capital protegido, não têm rendimento e o preço oscila tem que saber quais são os riscos para não fazer besteira com o seu dinheiro.

A parte mais visível da tecnologia para todo mundo é o preço, é o que mais sai na imprensa dizendo, o preço subiu, o preço caiu, e isso é o que traz mais mas a atenção das pessoas e de certa forma é uma sedução porque aqui pra muita gente a expectativa de obter um ganho rápido como ocorreu para muita gente no ano passado especialmente em 2017, mas ele tem o risco e as pessoas acabam não entendendo muito e pode acabar entrando numa enrascada por não saber que tipo de investimento é, e que tipo de ativo o bitcoin é.

A permanência das criptomoeda como uma realidade de lá pra cá desde 2017 os países mais desenvolvidos então é batalhando ali para entender qual é a melhor regulação pensando que é um ativo financeiro, pensando como referência, como funcionam os sistemas financeiros internacionais e como é que devemos enxerga o avanço desse acompanhamento dessa percepção, e da consequência dele que a regulação.

Tudo isso é um processo quer queira quer não que ele é mais demorado para quem já está no mercado há mais tempo, ou para aqueles que já estudaram bastante, devemos reconhecer que tem alguns desafios de como o funcionamento, de como a operação do sistema, de como funciona a segurança. E a gente acaba esbarrando em questões para muita gente nova como criptografia e rede distribuída.

Isso são conceitos um tanto abstrato e fora do conhecimento do senso comum, e esse processo de aprendizado ele leva tempo, e é sempre importante fazer um paralelo com a própria internet quando começou lá atrás digamos na era comercial da internet em 1995. E ninguém conseguia prever muito bem onde é que ia dar.

Naquela época a internet para muita gente era sinônimo de e-mail e correio eletrônico e pronto. Hoje a internet é a espinha dorsal da economia mundial, naquela época prevê que a internet teria essa repercussão e relevância que hoje tem, era muito difícil pensar na regulamentação da internet lá atrás para tudo que ela acabaria sendo, e servido de base para diversas aplicações seria até um pouco prudente.

Hoje podemos ver que é similar ao estágio do bitcoin, talvez é semelhante ao estado da internet em 1995 ainda é preciso talvez tomar um dá um passo para atrás e tentar entender antes de fazer alguma regulamentação e não há nenhum tipo de marco regulatório, ou algo desse tipo para o setor, acredito que isso vai ser muito mais a conta gotas no sentido de que teremos alguns esclarecimentos, e algumas orientações talvez algumas normas que já existem.

Diversos países já estão adaptados, ou pelo menos os players já serão instruídos, mas imaginar que nós teremos uma regulamentação que vai abranger tudo com um arcabouço que vá acolher essa operação é muito difícil ainda.

Os países estão caminhando nesse caminho, algumas jurisdições estão mais avançadas como Suíça, Japão, Estônia e alguns países já estão até olhando com uma ótica de atração de investimento, tentando fazer um mercado bastante amigável que atraiam empreendedores e empresas pra os seus locais como a suíça que fez o chamado Crypto valley. Em alusão ao Silicon valley mas é um processo que ele vai ser um pouco mais demorado que os entusiastas como nós gostaríamos que fosse.

O banco central aqui no Brasil, e outros bancos centrais pelo resto do mundo mesmo diante de países que já escolheram ser transparentes e acolher a essa realidade, ainda estão muitos receosos com o bitcoin e as criptomoedas.

A própria ideia e o conceito de uma criptomoeda é até uma afronta aos bancos centrais e a moeda nacional de seus países. Os planos da criptografia digamos assim quando começou no início dos anos 90, essa ideia tem algo subversivo.

Mas se a gente olhar o que é uma moeda hoje, o bitcoin não é uma moeda por mais que se fale que é uma criptomoeda e tem criptografia, mas ainda não é uma moeda que todo mundo usa.

O bitcoin é muito pouco usado em transações comerciais, e não é unidade de conta de nenhum lugar em algum país ou mercado, mas ele é um ativo.

Então o primeiro passo é reconhecer hoje mais o bitcoin e as criptomoedas como um ativo do que como uma moeda em si.

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